O surgimento do nome Emagrezze

Maio 23, 2009

naming_emagrezze

“Um naming que já transmite experiência no mercado de emagrecimento”. Essa é a definição dada por pessoas que, de alguma forma, foram apresentadas ao nome Emagrezze. A direção da clínica nos apresentou o seguinte desafio: construir um nome que, ao ser pronunciado / visualizado, remetesse imediatamente à palavra emagrecimento.

Ao fazermos uma análise de todas as informações coletadas referente à forma de atuação do cliente no mercado, ao público e aos principais concorrentes, detectamos que um nome que apenas remetesse à palavra emagrecimento não seria satisfatório.

Não podemos dizer que emagrecer é algo supérfluo. A maioria das pessoas não busca uma clínica de emagrecimento simplesmente porque de uma hora pra outra deu vontade de perder uns quilinhos. O que aumenta essa busca é o enorme desejo de sentir prazer em todos os momentos da vida. E foi em cima da palavra “prazer” que chegamos ao que o cliente realmente necessitava.

Fizemos a junção entre ‘emagrecer’, uma palavra que estava ligada ao segmento, e ‘prazer’. Da palavra ‘emagrecer’ guardamos o ‘emagre’ e da palavra ‘prazer’, o ‘zer’. Ao realizarmos essa união formamos o nome ‘emagrezer’. E foi sobre essa palavra que iniciamos a adequação ao públicoalvo sofisticando o nome ao cortarmos a última letra (‘r’) e dobrarmos a letra mais forte (‘z’), tornando o naming Emagrezze ainda mais atrativo.

Equipe de Planejamento – OLS Brasil

A Identidade Visual Ideal

Maio 22, 2009

Seguindo o título, eu diria que esta é uma pergunta que surge na mente de muitos empresários ao montarem um novo negócio ou realizarem um rebranding em um dos itens mais importantes para a identificação de uma organização dentro do mercado: Qual a identidade visual ideal para a minha empresa? A maioria dos donos de empresa / diretores quer uma marca que seja simplesmente bonita, mas não se preocupam em saber se a beleza é o único ponto ideal para a sua construção.

Primeiro, a pergunta mais adequada que deveria ser construída na mente seria “Qual a identidade visual ideal para a minha empresa enfrentar o mercado se diferenciando dos seus concorrentes?”. Depois de realizá-la de forma correta, poderia se dá início ao processo de coleta de dados referente às marcas da concorrência. Se eu citei na pergunta acima “se diferenciar dos seus concorrentes”, então quis dizer que em uma marca não deverá existir itens que venham lembrar a da concorrência. Tudo bem que em alguns casos eu diria que é quase impossível não utilizar um detalhe das marcas concorrentes. Pode-se até fugir de repetições em itens como símbolos e tipologias, mas existe um que seria necessária a existência de pouquíssimos concorrentes para se conseguir o inusitado: a cor. Um dos diferenciadores preferenciais, ela é um componente valiosíssimo dentro de uma identidade visual. Para a escolha correta da cor, é indispensável analisar as “marcas inimigas”. Somente realize esse passo se almejar o crescimento da sua empresa dentro do seu segmento, caso o contrário, ela será apenas mais uma inserida em uma batalha que poucas sobrevivem. Seguir esse caminho da análise ajudará a sua empresa a fugir da “síndrome do padrão”, ou seja, se em um segmento é comum a utilização de determinadas cores, por que a minha empresa fará diferente? As cores mais atrativas aos nossos olhos são as 5 cores primárias (vermelho, laranja, amarelo, verde e azul). Isso não quer dizer que as outras não possuam o seu poder de atração. Teriam que haver apenas 4 concorrentes, algo pouco provável devido ao alto número de empresas que surgem no mercado anualmente e às extensões de marcas, para o criativo poder fisgar uma dessas cores. Caso haja um número maior, jamais utilize a cor principal do mais forte concorrente / líder de mercado. Em algum momento você terá como objetivo o alcance da liderança ou a conquista de ser a empresa mais lembrada pelas pessoas que fazem parte do seu públicoalvo. E ter a mesma cor que o líder não seria um bom negócio.

marcas

Entrando em simbologia e tratando-a com a mesma responsabilidade e valor que discuti sobre a cor, mesmo ficando espantado e ser contrário às opiniões sobre esse assunto dos grandes estudiosos da área de branding, pois afirmam que os esforços realizados sobre um símbolo são verdadeiros gastos desnecessários, me permito dizer que esse assunto tem grande poder sobre uma marca. Conhecemos grandes marcas, e não são poucas, que tem reconhecimento alto perante o público muito mais devido ao símbolo fixado ao seu nome do que a outro tipo de item. E o que é necessário para criar-se um símbolo que impacte? Ele precisa possuir linhas atraentes, mesmo que tortas. Comunicar algum valor / atributo / sentido que faça com que o público ligue-o ao segmento no qual esteja inserido. Para isso é preciso saber como a empresa se enxerga frente aos seus públicos interno e externo, e como eles a veem inserida dentro do mercado considerando as suas características tangíveis e intangíveis. É aconselhável que ela encontre-se na horizontal, o que tornará mais fácil a sua leitura. Todos esses pontos unidos permitem a construção de um símbolo agradável ao ser observado, garantindo harmonia com os olhos.

Para uma empresa enfrentar o mercado e se diferenciar dos seus concorrentes, ela precisa construir uma identidade que possa distingui-la das demais. A criação dessa cultura nos empresários / diretores tornará o mercado mais competitivo e mais atrativo.

Uma marca bem construída permite à uma empresa maior confiança para enfrentar os seus inimigos mercadológicos. É através dela que o público pode identificar uma empresa de maneira mais simples e eficiente, além de descrever as suas características palpáveis e não palpáveis ao visualizá-la. Uma marca bem montada, avaliada, gerenciada e explorada (explore todas as potencialidades dela) pode garantir excelentes lucros para os negócios.

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Ramon di Lorenzo – Executivo de Criação / OLS Brasil

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Março 18, 2009

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